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O impacto financeiro da ineficiência energética na indústria
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O impacto financeiro da ineficiência energética na indústria

Você sabia que a energia utilizada na indústria, com iluminação, refrigeração, motores elétricos e ar comprimido chega a representar mais de 50% dos seus custos totais com energia elétrica? Estudos indicam ainda que a indústria brasileira consome mais de 40% de toda a energia produzida no país. É muita coisa, não é?

Além do custo diretamente ligado ao consumo, a ineficiência energética resulta em outros fatores negativos, e que impactam diretamente nos resultados da empresa, nas mais diversas áreas.


Listamos nesse conteúdo os pontos de impacto mais relevantes e que precisam da sua atenção quando o assunto é melhorar o desempenho produtivo, a partir de uma maior eficiência energética.

Continue a leitura e avalie como andam estes aspectos na sua empresa!


Alto custo de energia = queda na competitividade

Não tem jeito: custo e competitividade andam lado a lado. E a conta é simples no mundo atual: quanto maior o custo de produção, a competitividade cai ladeira abaixo.

A luta entre empresas e o setor energético para a redução das tarifas de energia elétrica no Brasil é histórica e desgastante. A média tarifária de energia elétrica paga pela indústria brasileira é 127,3% maior que a tarifa paga nos Estados Unidos, por exemplo. Assim, além de aguardar a redução de custos energético que parta de órgãos governamentais e distribuidoras, é preciso agir com armas próprias e à disposição para reduzir o consumo, e por consequência, a conta de energia elétrica.

Assim, competitividade da indústria está intimamente ligada ao custo da energia elétrica - e vale lembrar que quase 80% das empresas industriais a utilizam como principal fonte de energia. Assim é preciso investir em alternativas para melhoria da eficiência energética - isso vai impactar diretamente no desempenho da empresa diante do mercado.

 


Poder de investimento comprometido

Outro raciocínio bem simples: se a sua indústria já trabalha com custos de produção no limite, como destinar valores para novos investimentos? Como projetar melhorias sem contar com uma fatia de recursos para isso?

A gente sabe que a indústria sofre com gargalos específicos que comprometem suas intenções de investimento. Nos últimos anos a instabilidade política, a falta de reais incentivos econômicos, a elevação dos insumos e as dificuldades de contratações qualificadas impactaram de forma negativa no poder de investimento em diversos segmentos, em especial o industrial

Nesta lista de dificuldades, a ineficiência energética pode ser sim considerada um dos impactos negativos que impedem as empresas de realizar novos, e necessários investimentos. A diferença é que neste item a empresa tem uma grande autonomia para agir, afinal, um novo projeto luminotécnico depende somente da empresa.

Para se ter uma noção: em 2019, um estudo da consultoria McKinsey apontou que nas fábricas inteligentes, ajustadas às premissas da indústria 4.0, a redução no consumo de energia pode chegar a 20%, com ajustes bem básicos.

Aí dá pra pensar em fazer novos investimentos, não é mesmo? 


Queda na produtividade

A mesma pesquisa da McKinsey de 2019, apontou mais números positivos das empresas adequadas ao sistema 4.0 - que inclui ajustes no ambiente para uma maior eficiência energética: redução de até 40% nos custos de manutenção, aumento da produtividade do trabalho de até 25% e maior precisão nas previsões de demanda.

Isso significa que, as empresas que operam no formato tradicional, tem uma tendência maior à queda da produtividade diante de um mercado altamente competitivo e em desenvolvimento acelerado.

Nessa linha, a ineficiência energética se mostra mais uma vez como vilã, impactando de forma direta os números de produtividade do setor.


“O aumento da produtividade é importante para que os salários cresçam sem pressionar os custos das empresas. Com a economia crescendo de forma sustentável, a produtividade cresce, isso é repassado aos salários e o padrão de vida se eleva” - Samantha Cunha, economista da CNI


No radar!


“A eficiência energética aumenta a competitividade da indústria e da economia. Também melhora a balança comercial, porque, ao reduzir o consumo de energia como um todo, é possível reduzir as importações de diesel e outros combustíveis. Portanto, trabalhar com eficiência energética traz uma série de vantagens importantes para o país e principalmente para as empresas” - Reive Barros, secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia.

Fonte utilizada: CNI


Por fim...

Contar com um sistema eficiente de energia é fundamental para reduzir os custos com energia elétrica na sua indústria, aumentar a segurança e otimizar os processos. O montante de dinheiro que você vai economizar todos os meses com a eficiência energética na sua empresa poderá ser investido em outras melhorias. Pense nisso!

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